CONTRATO DE TRANSMISSÃO DE CINEMA NO TGV

CONTRATO DE TRANSMISSÃO DE CINEMA NO TGV

Em 1952, têm lugar obras de remodelação e adaptação do “Theatro Gil Vicente” a Cinema, com a colocação de uma cabina de projecção na 1ª Ordem.
A 15 de Outubro de 1953 foi o teatro explorado pela Sociedade Costa do Sol Filmes, Lda. para exibição de cinema, pela renda anula de 41.000$00. Após vistoria da Inspecção Geral dos Espectáculos, no início de 1953, esta conclui que poderão ser permitidas exibições teatrais e cinematográficas depois de executadas várias modificações, tais como: colocar corrimões nos dois lados de todas as escadas de acesso ao público; colocar letreiros indicativos da saída e do destino das diversas dependências; dotar a plateia com a coxia circundante, com a largura regulamentada; dar aos assentos das cadeiras da plateia e balcão as dimensões regulamentares; dotar o teatro de iluminação suplementar; fixar a lotação em 350 lugares, para teatro, e em 356 lugares, para cinema. Mesmo sem as obras efectuadas, o ”Teatro Gil Vicente” reabriria em 26 de Janeiro de 1953, com a reposição da opereta “Senhora dos Navegantes”.  Em 1959 era-lhe retirada a licença de utilização permanente por falta de condições de segurança. A licença viria a ser concedida de novo em 1962, depois de efectuadas as obras exigidas em 1953.

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